Meditação: Como ela influencia no formato do cérebro

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Meditação: Conheça os benefícios e mudanças que ela causa na sua vida diária e no formato do seu cérebro

O conhecimento geral fala sobre a meditação levar-nos a lugares de clareza mental, baixos níveis de estresse e de redução de ansiedade. De que maneira ela exerce influência no cérebro? Alguns estudos mostram mudanças fisiológicas de fato, que conectam a meditação ao cérebro de uma forma mais profunda do que podemos imaginar.

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Fonte: manhattanmentalhealthcounseling.com

Nas décadas mais recentes, a meditação se popularizou e acabou tornando-se mais convencional. As pessoas estão investindo seu tempo trabalhando em suas mentes. Isso implica em fazer exercícios de respiração e muitos grupos de meditação podem ser facilmente encontrados, em comunidades, escolas e afins.

No campo da psicologia já está confirmado que meditar é benéfico para a alma e para o corpo. evidências mais recentes confirmam que a meditação funciona como um nutriente para as partes do cérebro que ajudam no bem-estar.

As áreas do cérebro

Especialistas explicam quatro áreas do cérebro de quem pratica meditação e que a função cerebral saudável fica mais substancial, enquanto partes associadas a comportamento não desejados encolhe. Vejamos:

O Hipocampo esquerdo, responsável pela capacidade de aprender e de memorizar, aumenta de volume pela prática da meditação, a matéria cinzenta expande e essas funções são nutridas.

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Fonte: castleconnolly.com

Pensamento negativos estão conectados ao cíngulo posterior, um amontoado de fibras de substância branca que tem relação com o controle emocional e o racional. Quanto mais forte e maior ele for, menos a mente vaga aleatoriamente e mais realista fica no que se refere ao seu “eu” como um ser presente.

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Fonte: mindful.org

Pois é uma área do cérebro de muita importância e muito ocupada, onde os neurotransmissores regulam a atividade cerebral. Ele fica no tronco cerebral e sem nome tem origem latina, significa “ponte”. Essa ponte é relacionada a funções essenciais, que incluem o sono, as expressões faciais, o processo de estímulo sensorial e a funcionalidade física de forma básica. A meditação ajuda a fortalecer essa ponte.

Para finalizar, temos a amígdala, mas ela não aumenta em tamanho, ela diminui. Ela é uma parte do cérebro que gera sentimentos de estresse em geral, medo e ansiedade, ela é fisicamente menor em meditadores de longa data. Quanto menor ela é, menos ela vai ditar qualquer resposta emocional sobre fugir ou lutar contra algo, e é por isso que nos sentimos tão bem quando a meditação vira um hábito em nossas vidas.

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